O Brasil é um dos países mais inseguros do mundo. Segundo dados da ONG americana Social Progress Imperative divulgado em 2014, o Brasil aparece como 11º país mais violento em um ranking de 132 países. O índice avalia número de homicídios, crimes violentos, percepção de criminalidade, terrorismo e também mortes no trânsito.

Entre as cinquenta cidades mais perigosas do mundo, 16 são brasileiras. Entre elas estão municípios como Maceió, Fortaleza, João Pessoa, Natal e Salvador. Em 2014, o país quebrou um recorde de maior número de mortes por violência, completando o número de 56.337 mortes, número este que não era alcançado desde 1980. Além das mortes, há atentados, como aconteceu com o cinegrafista da Band, que foi atingido por uma bomba durante protesto.

Cinegrafista da Band

Os brasileiros se sentem inseguros. É o que aponta pesquisas realizadas pela Better Life Index, em que apenas 40% dos entrevistados sentem-se seguros ao andar pelas ruas. Essa insegurança não aponta apenas as mortes, mas também de assaltos, em que o Brasil tem enfrentado com intensidade esse atentado a conduta humana. Só na cidade de São Paulo acontece em média 37 roubos por hora.

A segurança no Brasil é falha

O governo não se impõe com medidas drásticas em combate a violência. A polícia além de ser mal renumerada, muitas vezes está envolvida em casos de corrupção. Muitos estudos demonstram que os brasileiros não confiam na polícia, por muitas vezes cometerem crimes contra a dignidade do indivíduo, ou seja, matando inocentes. Mesmo com reforços no sistema de segurança no Brasil e uma categoria policial dividida em diversos setores, esses métodos não tem sido suficientes para o combate a violência no país.

Diante de muitos questionamentos em referência a segurança do Brasil na última campanha eleitoral, a presidente Dilma apresentou como proposta um plano de governo em que designa como principais fatores: coordenação entre policiais no trabalho ao crime, parceria da polícia federal com as forças armadas, projetos de desenvolvimento social e reforma orçamentária no Fundo Nacional da Segurança. Cabe agora aos cidadãos esperarem que essas medidas apresentem efeitos e possam sentir-se mais seguros diante dos criminosos que estão em atividade no país.